Região de Coimbra defende medidas urgentes para preservar lampreia no Mondego



A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra defendeu hoje uma tomada “urgente” de medidas para inverter o declínio da população da lampreia no rio Mondego.Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a CIM da Região de Coimbra apelou “à urgente tomada de medidas por parte das entidades competentes para inverter o declínio da população de lampreias no rio Mondego”.

Segundo a mesma nota, a CIM manifestou a sua “profunda preocupação” com a redução acentuada de lampreias naquele rio, na última reunião do conselho intermunicipal, que decorreu a 22 de março. Para a Região de Coimbra, a redução drástica que se tem verificado nos últimos anos “coloca em risco a preservação desta espécie emblemática do rio Mondego, com graves impactos no ecossistema e na economia local”.

Em fevereiro, a Câmara de Penacova decidiu cancelar o Festival da Lampreia, face à escassez daquele peixe, já a Câmara de Montemor-o-Velho, cujo presidente lidera a CIM da Região de Coimbra, decidiu à mesma avançar com o certame, que decorreu em março. De acordo com a nota da CIM, o diretor do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), Pedro Raposo, marcou presença no último conselho intermunicipal, onde abordou a escassez de lampreia no Mondego.

LUSA




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